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quinta-feira, 10 de dezembro de 2015

O desejo de Jill Conley

Fotos de uma mulher que está em tratamento contra o câncer viraliza nas redes e se transforma em projeto para ajudar mais gente

Ana Holanda

A Americana  Jill Conley estava com 31 anos, em 2009, tinha acabado de se casar e tinha um dia a dia normal. Mas o rumo de sua vida mudou quando descobriu, numa consulta de rotina, que estava com um tipo agressivo de câncer de mama e posterior metástase nos ossos. Entre sessões de quimioterapia e a retirada das mamas, Jill começou a contar sua história nas redes sociais. Foi nesse ponto que seu caminho cruzou o da fotógrafa neozelandesa Sue Bryce, que, depois de ler o depoimento da moça, a convidou para ir a Paris. A ideia de Sue era fazer um ensaio de moda com ela e assim divulgar um projeto de conscientização dos exames preventivos. O resultado foram imagens lindas e um video documentário, que se espalharam nas redes e fizeram nascer a ONG, fundada por Jill e seu marido, Jill’s Wish. “Quando olhei para as fotos me senti como uma princesa, e não uma paciente de câncer. Me achei bonita, humana e como eu mesma novamente”, conta. “E criei a ONG para ajudar o maior número de mulheres possível.” O projeto de Jill arrecada fundos que são usados para pagar contas corriqueiras, como luz, água, gás, de mulheres que estão em tratamento. “Assim elas podem se dedicar à recuperação”, diz Jill, que ainda segue com sua luta pela vida.
 Jill’s wish  |  jillswish.org
http://vidasimples.uol.com.br/

quarta-feira, 9 de dezembro de 2015

A hora da fome...


Conheça o Hank (@hankthebasset), um lindo basset hound de olhar tão expressivo e orelhas tão meigas que é impossível não perdoá-lo quando ele sorrateiramente rouba comida da mesa. Para levar ao seu feed o charme das orelhinhas caídas desse encantador amigo, siga @hankthebasset.

Chulé

Chulé



Oi, sou o Chulé, um vira-latinha muito bagunceiro e feliz, por onde passo conquisto sorrisos :) Amo sapatos, talvez por isso me deram esse nome. Au au


  • Para acompanhar as aventuras desse talento peludo, siga @diariodochule.


via InstagramBrasil

quinta-feira, 3 de dezembro de 2015

prioridades


"Se você tem
mais do que três
prioridades,
você não tem
nenhuma."
~ Jim Collins

#hsmeducacaoexecutiva

Cozinha solar - oficinas gratuitas de permacultura



Devido ao grande número de interessados resolvemos expandir o nosso evento para um grande Festival de Permacultura. Nosso maior objetivo se manterá na eco-reforma da Cozinha Solar, mas ampliaremos o número de Oficinas oferecidas a fim de fazermos mais benfeitorias no Espaço Tempo. Portanto, a programação anterior foi mantida. Acrescentamos novas atividades e os participantes poderão se envolver em muitas delas devido à organização em grupos de trabalho rotativos. 

Cozinha Solar
De 14 a 20 de dezembro - segunda a sábado 9h às 16h, no domingo das 9h às 14h.
Eco-reforma para a transformação de uma cozinha aproveitando toda a entrada e incidencia de sol.

O projeto será executado através de Oficinas Práticas para a instalação da Insfraestrutura Verde: 

- forno, vaporizador e desidratador solar
- pia lavagem ecológica
- horta com jardim filtrante para tratamento da água da pia
- forno a lenha
- captação e tratamento da água da chuva para fins potáveis
- viveiro de brotos e grãos germinados
- paredes verdes com treliçário de bambu [NOVO]
- iluminação ecológica com prisma de garrafas PET [NOVO]

Oficinas Gratuítas - Hospedagem e Alimentação Opcionais 
30 Vagas - Reservas Antecipadas
produção do material didático ao final das oficinas

Café da manhã e Almoço - culinária criativa verde
R$ 35,00/dia

Rua Caranguejo, 106, Tucuruvi. Há quatro quadras do metrô Tucuruvi.
informações, reservas e mais em espacotemposp@gmail.com
https://www.facebook.com/espacotemposp/

Street Music Map

Por 
O brasileiro Daniel Bacchieri é o fundador do Street Music Map (@streetmusicmap), um canal global de curadoria de vídeos de artistas de rua. Desde que começou o projeto, ele já conseguiu se conectar com artistas de todo o mundo — às vezes das formas mais inusitadas. Vamos deixar que Daniel explique:

“A coisa mais louca acaba de acontecer. Eu repostei o vídeo de uma garota tocando harpa na Praça Vermelha, em Moscou — sem nome, apenas o do usuário [que gravou]. E a garota se identificou! Ela seguiu as hashtags — porque eu sempre uso hastags da área, do instrumento, do local. Se eu identifico a música, também uso hashtags do nome da música e do autor. Acho que ela estava procurando algo sobre a Praça Vermelha. E eu fiquei tipo, ‘É você mesmo?’”
Vídeo de @diana_uspenskaya feito por@likaloony


Click aqui para assistir o vídeo
Para saber mais:
http://www.streetmusicmap.com/
https://www.instagram.com/streetmusicmap/

terça-feira, 1 de dezembro de 2015

Sonhos


Dê vida aos seus sonhos. #geracaodevalor.com

Histórias...

Crédito: SPinvisivel

Por #SPinvisivel #SP


"Meu nome é Miriam, tenho 50 anos e moro na Avenida Paulista. Não fico em albergue porque lá sempre tem muita confusão e direto a galera rouba tudo o que você tem. Muitas pessoas fecham a cara pra gente quando passam por nós, é triste isso. Tenho facilidade em fazer amizades novas, pena que ninguém tenta falar comigo. Esse evento fez bem pra mim, as pessoas me olharam diferente, me senti humana. O pessoal da IBAB foi humilde e eles tiveram amor e respeito no coração. Fiquei contente em dar autógrafos numa exposição com minhas fotos e de outras pessoas que estão na rua. Adoro fotografar, gosto de registrar os momentos bons que passam. Obrigado por fazerem isso. Nesta foto eu quis retratar as pessoas importantes que andam na avenida. Podemos ver que esse cara do carro tem um poder muito grande, ele tem dinheiro. Ele é mais importante porque tem mais dinheiro do que eu. Canto música gospel, sou talentosa, só não consigo gravar por causa da minha condição financeira. Dinheiro é quase tudo nessa vida." 

segunda-feira, 23 de novembro de 2015

As pessoas invisíveis que não queremos ver...


Foto divulgação: SP Invisível

SP Invisível. A cidade que ninguém vê.

Quem são vocês? Somos um coletivo que escuta e conta histórias que a maioria das pessoas nem sabe que existem.
Mas vocês só tiram foto e escutam histórias? Vocês não ajudam essas pessoas?
Uma pessoa invisível não pode ser ajudada se ninguém a enxerga como um ser humano. Se você já enxergou, ajude. Estamos aqui para fazer você enxergar.

E o que vocês querem? Sonhamos e lutamos por um dia em que não exista mais o “outro”, apenas o “próximo”. O “outro” vive distante e a vida dele não tem nada a ver com a minha. O “próximo” está bem perto e sou responsável, sim, pela vida dele.
Minha relação com o “outro” é de caridade e vertical, minha relação com o “próximo” é de justiça e horizontal. Em outras palavras, sonhamos com
o dia em que o SP Invisível não precise mais existir.

Para saber mais:
https://www.instagram.com/spinvisivel/
http://spinvisivel.com/

terça-feira, 23 de junho de 2015

#SomosCityFixers

O mundo está muito confuso, aliás sempre foi. Mas mesmo com a evolução da medicina, engenharia, comunicações e outras áreas o ser Humano continua "batendo cabeça". E somos cada vez mais "bombardeados" todos os dias pela mídia com notícias que nos deixam tristes e muitas vezes sem saber o que fazer.
Como podemos ajudar o próximo? Como podemos melhorar nossa qualidade de vida? As vezes a resposta está muito próximo e é só abrir um pouco os olhos para o que está acontecendo bem próximo à você.

Você já deve ter ouvido esta frase: "Agir localmente para mudar globalmente!".

Claro é isso!!! Não entendeu? Se você cuidar do seu bairro, você está agindo localmente e isso têm reflexo nos outros bairros que vão se espelhar no seu exemplo e fazer a mesma coisa.  E então se espalha pela cidade, pelo país, pelo mundo!!! Utopia? Não é possível, vamos lá!!!

Quer exemplos?

• Entrar em contato com a prefeitura para solicitar uma faixa de pedestre;
• Avisar a empresa que cuida da iluminação pública sobre uma lâmpada queimada;
• Avisar o serviço social sobre uma família que precisa de ajuda ou melhor, ajudar essa família!!!;
• Mobilizar os vizinhos para cuidar de uma praça ou mesmo reformar um o parquinho das crianças;
• Distribuir flores ou hortaliças para os vizinhos;

Pensando nisso uma galera bem legal se juntou para compartilhar casos e idéias de soluções sustentáveis para os problemas de mobilidade urbana.

Veja as idéias no site: http://thecityfixbrasil.com/

sexta-feira, 17 de abril de 2015

Colorindo a vida nos jardins secretos!

Você se lembra de quando era criança e passava um bom tempo colorindo desenhos? Sentiu saudades?

A ilustradora Johanna Basford teve uma simples e grande idéia! Criar um livro com ilustrações em preto e branco para serem coloridas ou para serem admiradas! O nome: Jardins Secretos!

Sim!!! São livros com ilustrações para crianças e adultos colorir! Se você quiser fazer download ou compartilhar sua arte também pode!


By Janaina Chiaramonti

Pens and pencils used:
Faber Castell pens (48 colors).


By Kathyhc
Pens and pencils used:
Crayola pencils and glitter jel pen


Entre no site e conheça mais!

Desconecte-se!

http://www.johannabasford.com/





quarta-feira, 28 de janeiro de 2015

Olhe para frente!


Look Up – A spoken word film for an online generation.
‘Look Up’  is a lesson taught to us through a love story, in a world where we continue to find ways to make it easier for us to connect with one another, but always results in us spending more time alone.
Written, Performed & Directed by Gary Turk.
Featuring Louise Ludlam & Stuart Darnley.
Original score by New Desert Blues.
Sound engineering by Daniel Cobb.
Filmed and edited by Gary Turk.

I have 422 friends, yet I am lonely.
I speak to all of them everyday, yet none of them really know me.
The problem I have sits in the spaces between,
looking into their eyes, or at a name on a screen.
I took a step back, and opened my eyes,
I looked around, and then realised
that this media we call social, is anything but
when we open our computers, and it’s our doors we shut.
All this technology we have, it’s just an illusion,
of community, companionship, a sense of inclusion
yet when you step away from this device of delusion,
you awaken to see, a world of confusion.
A world where we’re slaves to the technology we mastered,
where our information gets sold by some rich greedy bastard.
A world of self-interest, self-image, self-promotion,
where we share all our best bits, but leave out the emotion.
We are at our most happy with an experience we share,
but is it the same if no one is there.
Be there for you friends, and they’ll be there too,
but no one will be, if a group message will do.
We edit and exaggerate, we crave adulation,
we pretend we don’t notice the social isolation.
We put our words into order, until our lives are glistening,
we don’t even know if anyone is listening.
Being alone isn’t the problem, let me just emphasize,
that if you read a book, paint a picture, or do some exercise,
you are being productive, and present, not reserved or recluse,
you’re being awake and attentive, and putting your time to good use.
So when you’re in public, and you start to feel alone,
put your hands behind your head, and step away from the phone.
You don’t need to stare at your menu, or at your contact list,
just talk to one another, and learn to co-exist.
I can’t stand to hear the silence, of a busy commuter train,
when no one wants to talk through the fear of looking insane.
We’re becoming unsocial, it no longer satisfies
to engage with one another, and look into someone’s eyes.
We’re surrounded by children, who since they were born,
watch us living like robots, and think it’s the norm.
It’s not very likely you will make world’s greatest dad,
if you cant entertain a child without a using an iPad.
When I was a child, I would never be home,
I’d be out with my friends, on our bikes we would roam.
We’d ware holes in our trainers, and graze up our knees;
we’d build our own clubhouse, high up in the trees.
Now the parks are so quiet, it gives me a chill
to see no children outside and the swings hanging still.
There’s no skipping or hopscotch, no church and no steeple,
we’re a generation of idiots, smart phones and dumb people.
So look up from your phone, shut down that display,
take in your surroundings, and make the most of today.
Just one real connection is all it can take,
to show you the difference that being there can make.
Be there in the moment, when she gives you the look,
that you remember forever, as when love overtook.
The time you first hold her hand, or first kiss her lips,
the time you first disagree, but still love her to bits.
The time you don’t need to tell hundreds, about what you’ve just done,
because you want to share the moment, with just this one.
The time you sell your computer, so you can buy a ring,
for the girl of your dreams, who is now the real thing.
The time you want to start a family, and the moment when,
you first hold your baby girl, and get to fall in love again.
The time she keeps you up at night, and all you want is rest,
and the time you wipe away the tears, as your baby flees the nest.
The time your little girl returns, with a boy for you to hold,
and the day he calls you granddad, and makes you feel real old
The time you take in all you’ve made, just by giving life attention,
and how your glad you didn’t waste it, by looking down at some invention.
The time you hold your wife’s hand, and sit down beside her bed
you tell her that you love her, and lay a kiss upon her head.
She then whispers to you quietly, as her heart gives a final beat,
that she’s lucky she got stopped, by that lost boy in the street.
But none of these times ever happened, you never had any of this,
When you’re too busy looking down, you don’t see the chances you miss.
So look up from your phone, shut down those displays,
we have a finite existence, a set number of days.
Why waste all our time getting caught in the net,
as when the end comes, nothing’s worse than regret.
I am guilty too, of being part of this machine,
this digital world, where we are heard but not seen.
Where we type and don’t talk, where we read as we chat,
where we spend hours together, without making eye contact.
Don’t give in to a life where you follow the hype,
give people your love, don’t give them your like.
Disconnect from the need to be heard and defined
Go out into the world, leave distractions behind.
Look up from your phone, shut down that display,
stop watching this video, live life the real way.

terça-feira, 20 de janeiro de 2015

100 Years of Beauty: Marshay

Time lapse of a model getting her hair and makeup done to match every decade from 1910 to 2010. 

Credits:

Produced, Directed, and Edited by: http://www.cut.com

Talent
Marshay Mitchell (http://www.tcmmodels.com/portfolio.as...)

Crew
Juel Bergholm - Hair looks 1-8 (http://www.salonjuel.com/)
Lisa Margaret Corr - Makeup looks 1-8
(About.me/lcorr | http://www.lisamargaretcorr.com)
Shyn Midili - Hair & Makeup looks 9-11 (http://freakishlybeautiful.wix.com/fb...)
Malissa Martin - Hair looks 9-11 (http://www.allonlocationhairstyling.com/)
Jamie Ulrich - Assistant

Music:
Face - Jupyter
marmosetmusic.com

quarta-feira, 8 de outubro de 2014

Am I ugly? / Eu sou feia?

Meaghan Ramsey: Why thinking you're ugly is bad for you

Meaghan Ramsey: Por que pensar que você é feia é ruim para você


About 10,000 people a month Google the phrase, “Am I ugly?” Meaghan Ramsey of the Dove Self-Esteem Project has a feeling that many of them are young girls. In a deeply unsettling talk, she walks us through the surprising impacts of low body and image confidence—from lower grade point averages to greater risk-taking with drugs and alcohol. And then shares the keys things all of us can to disrupt this reality.

Cerca de 10.000 pessoas por mês procuram no Google a frase: "Eu sou feio?" Meaghan Ramsey da Dove Self-Esteem Projeto tem a sensação de que muitos deles são garotas. Em um discurso profundamente inquietante, ela descreve os impactos surpreendentes sobre a baixa auto estima do corpo e da imagem, e o risco destas jovens se envolver com drogas e álcool por causa dos comentários recebidos. Ela então compartilha as chaves onde todos nós podemos interromper a esta realidade.