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sexta-feira, 19 de maio de 2017

Man hugs stray dogs to give them love they never had


segunda-feira, 1 de fevereiro de 2016

Oie!!!!


“Hoje eu só queria ouvir:
“eu te procurei pra saber
se você está bem”.”

~Caio Fernando Abreu.

terça-feira, 19 de janeiro de 2016

A rua é minha tela

A rua é minha tela, as linhas são minhas tintas: é quando me expresso, inspirada em alguns pensamentos, músicas,  sentimentos e tudo o que envolve o meu mundo. Das minhas mãos para as ruas.

"A rua é minha tela" é um dos projetos do DoloreZ CrocheZ que é um ateliê cuja missão é inspirar transformações artísticas e educacionais individuais e coletivas, através de projetos integrativos e inovadores, utilizando o crochê como instrumento e forma.

Karen Bazzeo, criadora do ateliê, é designer por formação e apaixonada por crochê desde a infância.
O DoloreZ CrocheZ surgiu a princípio, como uma forma de expressão artística pessoal.  Aos poucos,
o ateliê se desenvolveu e hoje seus projetos envolvem também interação com o espaço público, questões ecológicas, cultivo dos espaços urbanos, consciência de relação com o próximo, convites a reflexões internas, arte de guerrilha, entre outros. A ideia dos trabalhos é criar algo que comece num espaço público, mas que não tenha
ali seu fim. É também desprender-se da própria criação, deixar que ela se espalhe e tome rumos desconhecidos. 
Sereia - Inspirada na música “Ciranda para Janaína” de Kiko Dinucci e Jonathan Silva. Instalado em Arco do Telles – Rio de Janeiro/RJ.

Visceral - Inspirada na música “A Baladeira” de Alessandra Leão e Juliano Ferreira de Holanda. Instalado em Largo da Batata – São Paulo/SP.

Flor Verde - Trabalho em conjunto com o coletivo Floresta urbana e o grafiteiro Mauro Neri para a Virada Sustentável 2015. Instalado em Largo da Batata – São Paulo/SP.
Abaixo vídeo da instalação “Mar, metade de minha alma é feita de maresia”. Trabalho inspirado na poesia de Sophia de Mello Breyner Andersen. Parceria de Dolorez Crochez e #meninarendeira. Instalação feita na Ladeira do Castro, Lapa, Rio de Janeiro/RJ. Imagem, roteiro e edição por Lucas Hirai.


Para saber mais:
www.dolorezcrochez.com
dolorezeeu.wordpress.com

quinta-feira, 7 de janeiro de 2016

EU MAIOR (Higher Self)


Um filme sobre autoconhecimento e busca da felicidade. A film about self-knowledge and the pursuit of happiness.

Foram entrevistados trinta personalidades, incluindo líderes espirituais, intelectuais, artistas e esportistas. EU MAIOR também está disponível em DVD/Blu-ray (com conteúdos extras exclusivos), e CD (trilha musical). Exibições independentes no cinema também podem ser organizadas. Mais informações no www.eumaior.com.br.

Eu Maior (Higher Self) is a Brazilian feature-length documentary presenting a fresh look at self-knowledge and the pursuit of happiness. The filmmakers interviewed thirty individuals with distinct backgrounds, including spiritual leaders, intellectuals, artists and professional athletes. For more information, please visit www.eumaior.com.br.

- Para legendas, clique no botão "cc" no canto inferior direito do player e esolha seu idioma (inglês, espanhol ou português).

- For subtitles, click on the "cc" button located on the lower right of the player and choose your language (English, Spanish, or Portuguese)

terça-feira, 15 de dezembro de 2015

Pôr-do-sol



instagrambrasilDepois de quase três anos e mais de mil fotografias instantâneas, a jornalista Gabriela Saueia não tem planos de parar o projeto Depois das Seis (@depoisdasseis), em que registra todos os dias um pôr-do-sol diferente em São Paulo. As polaroids são posteriormente transformadas em pôsteres lambe-lambe e espalhadas pelos muros cinzas da cidade. A singularidade e a imprevisibilidade são as características que mais despertam o interesse de Gabriela em sua busca diária por crepúsculos, sejam eles incríveis ou banais. “Assim como o pôr-do-sol, só existe uma polaroid original de cada céu, e uma foto nunca será igual a outra, assim como cada céu é único,” explica Gabriela, que não costuma planejar com antecedência onde estará na hora das fotos. Às vezes, ela tem a sorte de se deparar com o tipo de pôr-do-sol que mais a inspira:
“Meus preferidos são aqueles em que o céu abriu depois de um dia nublado ou chuvoso,” diz. “Isso acaba me lembrando de que nada é definitivo, e que tudo pode mudar a cada instante.”
Foto de @depoisdasseis

Rockaway Beach, Queens NY. Summer in December.



#everydayusaRockaway Beach, Queens NY. Summer in December. @nina_berman@noorimages #rockawaybeach

Limites

Ilustração: Felipe Guga

O céu A mente
é o limite.

Saiba mais:
https://www.instagram.com/ofelipeguga/

Supere os desafios!

Foto: @timkemple

segunda-feira, 14 de dezembro de 2015

sexta-feira, 11 de dezembro de 2015

Note / Recado


Note to self:
RELAX.

===

Recado para mim:
RELAXE.

Vazio / Empty


O tambor faz barulho,
mas é vazio por dentro!

Life is short / A vida é curta!


Life is far too short!
To be sad.
To be mad.
To hold regret.
To look back.
To be depressed.
To be unkind.

Be nice and do good
every day is new!

===

A vida é muito curta!
Para ser triste.
Para ser louco.
Para ter arrependimento.
Para olhar para trás.
Para ser deprimido.
Para ser indelicado.

Seja legal e faça o bem,
cada dia é um novo dia!

Rir sempre!


Um dia sem rir
é um dia
desperdiçado.

Novo começos estão frequentemente
disfarçados como fins dolorosos...~Lao Tzu

quinta-feira, 10 de dezembro de 2015

O desejo de Jill Conley

Fotos de uma mulher que está em tratamento contra o câncer viraliza nas redes e se transforma em projeto para ajudar mais gente

Ana Holanda

A Americana  Jill Conley estava com 31 anos, em 2009, tinha acabado de se casar e tinha um dia a dia normal. Mas o rumo de sua vida mudou quando descobriu, numa consulta de rotina, que estava com um tipo agressivo de câncer de mama e posterior metástase nos ossos. Entre sessões de quimioterapia e a retirada das mamas, Jill começou a contar sua história nas redes sociais. Foi nesse ponto que seu caminho cruzou o da fotógrafa neozelandesa Sue Bryce, que, depois de ler o depoimento da moça, a convidou para ir a Paris. A ideia de Sue era fazer um ensaio de moda com ela e assim divulgar um projeto de conscientização dos exames preventivos. O resultado foram imagens lindas e um video documentário, que se espalharam nas redes e fizeram nascer a ONG, fundada por Jill e seu marido, Jill’s Wish. “Quando olhei para as fotos me senti como uma princesa, e não uma paciente de câncer. Me achei bonita, humana e como eu mesma novamente”, conta. “E criei a ONG para ajudar o maior número de mulheres possível.” O projeto de Jill arrecada fundos que são usados para pagar contas corriqueiras, como luz, água, gás, de mulheres que estão em tratamento. “Assim elas podem se dedicar à recuperação”, diz Jill, que ainda segue com sua luta pela vida.
 Jill’s wish  |  jillswish.org
http://vidasimples.uol.com.br/