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terça-feira, 19 de janeiro de 2016

A rua é minha tela

A rua é minha tela, as linhas são minhas tintas: é quando me expresso, inspirada em alguns pensamentos, músicas,  sentimentos e tudo o que envolve o meu mundo. Das minhas mãos para as ruas.

"A rua é minha tela" é um dos projetos do DoloreZ CrocheZ que é um ateliê cuja missão é inspirar transformações artísticas e educacionais individuais e coletivas, através de projetos integrativos e inovadores, utilizando o crochê como instrumento e forma.

Karen Bazzeo, criadora do ateliê, é designer por formação e apaixonada por crochê desde a infância.
O DoloreZ CrocheZ surgiu a princípio, como uma forma de expressão artística pessoal.  Aos poucos,
o ateliê se desenvolveu e hoje seus projetos envolvem também interação com o espaço público, questões ecológicas, cultivo dos espaços urbanos, consciência de relação com o próximo, convites a reflexões internas, arte de guerrilha, entre outros. A ideia dos trabalhos é criar algo que comece num espaço público, mas que não tenha
ali seu fim. É também desprender-se da própria criação, deixar que ela se espalhe e tome rumos desconhecidos. 
Sereia - Inspirada na música “Ciranda para Janaína” de Kiko Dinucci e Jonathan Silva. Instalado em Arco do Telles – Rio de Janeiro/RJ.

Visceral - Inspirada na música “A Baladeira” de Alessandra Leão e Juliano Ferreira de Holanda. Instalado em Largo da Batata – São Paulo/SP.

Flor Verde - Trabalho em conjunto com o coletivo Floresta urbana e o grafiteiro Mauro Neri para a Virada Sustentável 2015. Instalado em Largo da Batata – São Paulo/SP.
Abaixo vídeo da instalação “Mar, metade de minha alma é feita de maresia”. Trabalho inspirado na poesia de Sophia de Mello Breyner Andersen. Parceria de Dolorez Crochez e #meninarendeira. Instalação feita na Ladeira do Castro, Lapa, Rio de Janeiro/RJ. Imagem, roteiro e edição por Lucas Hirai.


Para saber mais:
www.dolorezcrochez.com
dolorezeeu.wordpress.com

terça-feira, 15 de dezembro de 2015

Pôr-do-sol



instagrambrasilDepois de quase três anos e mais de mil fotografias instantâneas, a jornalista Gabriela Saueia não tem planos de parar o projeto Depois das Seis (@depoisdasseis), em que registra todos os dias um pôr-do-sol diferente em São Paulo. As polaroids são posteriormente transformadas em pôsteres lambe-lambe e espalhadas pelos muros cinzas da cidade. A singularidade e a imprevisibilidade são as características que mais despertam o interesse de Gabriela em sua busca diária por crepúsculos, sejam eles incríveis ou banais. “Assim como o pôr-do-sol, só existe uma polaroid original de cada céu, e uma foto nunca será igual a outra, assim como cada céu é único,” explica Gabriela, que não costuma planejar com antecedência onde estará na hora das fotos. Às vezes, ela tem a sorte de se deparar com o tipo de pôr-do-sol que mais a inspira:
“Meus preferidos são aqueles em que o céu abriu depois de um dia nublado ou chuvoso,” diz. “Isso acaba me lembrando de que nada é definitivo, e que tudo pode mudar a cada instante.”
Foto de @depoisdasseis

Rockaway Beach, Queens NY. Summer in December.



#everydayusaRockaway Beach, Queens NY. Summer in December. @nina_berman@noorimages #rockawaybeach

Supere os desafios!

Foto: @timkemple

quinta-feira, 10 de dezembro de 2015

O desejo de Jill Conley

Fotos de uma mulher que está em tratamento contra o câncer viraliza nas redes e se transforma em projeto para ajudar mais gente

Ana Holanda

A Americana  Jill Conley estava com 31 anos, em 2009, tinha acabado de se casar e tinha um dia a dia normal. Mas o rumo de sua vida mudou quando descobriu, numa consulta de rotina, que estava com um tipo agressivo de câncer de mama e posterior metástase nos ossos. Entre sessões de quimioterapia e a retirada das mamas, Jill começou a contar sua história nas redes sociais. Foi nesse ponto que seu caminho cruzou o da fotógrafa neozelandesa Sue Bryce, que, depois de ler o depoimento da moça, a convidou para ir a Paris. A ideia de Sue era fazer um ensaio de moda com ela e assim divulgar um projeto de conscientização dos exames preventivos. O resultado foram imagens lindas e um video documentário, que se espalharam nas redes e fizeram nascer a ONG, fundada por Jill e seu marido, Jill’s Wish. “Quando olhei para as fotos me senti como uma princesa, e não uma paciente de câncer. Me achei bonita, humana e como eu mesma novamente”, conta. “E criei a ONG para ajudar o maior número de mulheres possível.” O projeto de Jill arrecada fundos que são usados para pagar contas corriqueiras, como luz, água, gás, de mulheres que estão em tratamento. “Assim elas podem se dedicar à recuperação”, diz Jill, que ainda segue com sua luta pela vida.
 Jill’s wish  |  jillswish.org
http://vidasimples.uol.com.br/

beleza / beauty


Let the beauty we love
be what we do.~Rumi

===

Deixe a beleza que amamos
ser o que nós fazemos.

quarta-feira, 9 de dezembro de 2015

Trust! / Confie!


Trust
your
heart

===

Confie
em seu
coração

Você é!


You are a sea of goodness

===

Você é um mar de bondade

A hora da fome...


Conheça o Hank (@hankthebasset), um lindo basset hound de olhar tão expressivo e orelhas tão meigas que é impossível não perdoá-lo quando ele sorrateiramente rouba comida da mesa. Para levar ao seu feed o charme das orelhinhas caídas desse encantador amigo, siga @hankthebasset.

Felicity / Felicidade


Live in the
sunshine
swim in
the sea
drink the
wild air
~Ralph Waldo Emerson

===

Viva na
luz do sol
nade no
oceano
beba o
ar selvagem

Chulé

Chulé



Oi, sou o Chulé, um vira-latinha muito bagunceiro e feliz, por onde passo conquisto sorrisos :) Amo sapatos, talvez por isso me deram esse nome. Au au


  • Para acompanhar as aventuras desse talento peludo, siga @diariodochule.


via InstagramBrasil

Literatura e arte

Pequenas bibliotecas públicas estão tomando as ruas de Indianápolis, nos Estados Unidos


Pequenas bibliotecas públicas que são também obras de arte estão tomando as ruas de Indianápolis, nos Estados Unidos. O projeto The Public Collection foi idealizado pela artista Rachel M. Simon, que convidou artistas para desenvolverem estandes que unem literatura e arte. Feitas com materiais reciclados, essas pequenas bibliotecas estimulam o prazer da leitura e também o contato com as artes.

via: http://vidasimples.uol.com.br/
The Public Collection/ thepubliccollection.org

terça-feira, 8 de dezembro de 2015

freedom / liberdade


all good thing
are wild and free
~Henry David Thoreau

===

todas as coisas boas
são livres e selvagens

Brinquedo de verdade

Artista transforma bonecas em figuras que representam mulheres inspiradoras e reais para estimular referências positivas nas crianças

Malala Yousafzai, 1997-, ativista paquistanês, a mais jovem laureada do Prêmio Nobel
Inspirada  pela australiana Sonia Singh, conhecida por transformar o rosto das bonecas em figuras mais reais, a canadense Wendy Tsao fez a sua própria versão, na qual retrata personalidades como a garota Malala, paquistanesa que recebeu o Nobel da Paz, ou Roberta Bondar, a primeira astronauta canadense. “Há pessoas da vida real que são heroí nas também, com histórias inspiradoras. Por que as crianças não poderiam aprender com elas através dos brinquedos?”, questiona Wendy. Para transformar as bonecas, ela retira a maquiagem e pinta um novo rosto. As roupas também são trocadas. O resultado é sensível e cheio de valor.
J. K. Rowling, 1965-, romancista britânica mais conhecida pela série Harry Potter
via: http://vidasimples.uol.com.br/
Wendy tsao | wendytsao.com

sábado, 5 de dezembro de 2015

Desconexão

Caro leitor,

Estamos todos conectados e não há como mudar isto. Em parte a conexão nos liga de certa forma com todos que queremos bem. Mas também nos separa, na verdade não sei se a tecnologia aumentou essa separação. Talvez não, não sei ao certo.

Tenho muitas dúvidas a respeito, mas precisamos fazer um esforço de não deixar a ligação física em segundo plano. Vivemos em grupo e o nosso deve ser a coisa mais importante para nós, porque ele trás uma ligação especial, difícil de explicar, mas que nos fortalece.

Você deve estar pensando, um grupo? Sim, grupo! O grupo pode ser sua família, amigos, vizinhos ou simplesmente duas pessoas.

Então mesmo que por alguns momentos, vá até o seu grupo e diga olá, estou aqui. Converse sobre o tempo, o seu time do coração, sobre o passado. Qualquer assunto, mas que por algum momento você sinta a desconexão.

Hoje, após voltar do passeio não acesse a internet, apenas se desconecte.

Estou indo cuidar da horta e das plantas, depois vou passear com o meu cachorro e aproveitar para conversar com os vizinhos e por fim vou ao cinema com o meu o Amor!

Volte na segunda-feira!

Fiquem bem!

Turn off


Sometimes you just need
to disconnect and enjoy
your own company.
~ Daily Dose

sexta-feira, 4 de dezembro de 2015