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quinta-feira, 28 de janeiro de 2016

Papel, tesoura e cola: A arte incrível de Yulia Brodskaya


Crédito: http://www.artyulia.com/
Yulia Brodskaya recorta papéis coloridos e os cola, formando imagens com eles. Trabalho de Educação Artística da Escola. Mas o resultado alcançado pela artista nascida em Moscou é de uma qualidade que transcende o universo da brincadeira de trabalhos manuais e alcança o plano da Arte com letra maiúscula. Suas obras são admiradas no mundo todo, decorando paredes de famosos como Ophra Winfrey e tornando-se acervo de museus como o San Francisco Museum of Modern Art. Yulia também é ilustradora, trabalha com óleo, nanquim, lápis entre outras ferramentas, também alcançando uma qualidade expressiva e poética incríveis, mas foi sua originalidade em produzir com papel cortado que a consagrou no mundo das artes plásticas.
Yulia Brodskaya tem 31 anos e tem sua carreira de artista vinculada com sua produção como ilustradora freelancer. Já produziu imagens para ilustrar artigos e capas de grandes revistas e marcas do mercado, como The New York Times Magazine, Hermés, Starbucks e Sephora. , nascido em 1983, é um artista de papel altamente considerada e ilustrador. desde 2004 passou a viver na Inglaterra, onde concluiu seus estudos na University of Hertfordshire, graduando-se como mestre na área de Artes, em Comunicações Gráficas. Durante o curso interessou-se por técnicas como tecido, origami e colagem. A partir de 2006 passou a dedicar-se quase que exclusivamente à técnica de recortar e colar pedaços coloridos de papel, cuidadosamente, como se pode ver no resultado, compondo imagens vibrantes e coloridas, carregadas de uma expressividade que remete aos artistas da vanguarda expressionista, como o alemão Edward Munch.

Fonte: http://semema.com/papel-tesoura-e-cola-a-arte-incrivel-de-yulia-brodskaya/
Para saber mais: http://www.artyulia.com/

Crédito: http://www.artyulia.com/

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Yulia Brodskaya, born in 1983, is a highly regarded paper artist and illustrator. She uses two simple materials-paper and glue, and a simple technique that involves the placement of carefully cut and bent strips of paper -to make lush, vibrant, three-dimensional paper artworks.
Yulia Brodskaya started working as a graphic designer and illustrator in 2006, however quickly abandoned the computer programs in favour of paper art: "Paper always held a special fascination for me. I've tried many deferent methods and techniques of working with it, until I found the way that has turned out to be 'the one' for me: now I draw with paper instead of on it".
Soon after discovering her passion and unique style, Brodskaya has swiftly earned an international reputation for her innovative paper illustrations and was named the 'breakthrough star' of the 2009 by Creative review magazine. Her modern take on the paper craft practice has helped her build an impressive list of clients in just a few short years, from Hermés to Starbucks to Godiva, Target, Sephora, The New York Times Magazine and many others (more than 100 projects over the 5 years).
She is frequently invited to speak at design conferences and design schools around the world: the talks include renowned Friends of St Bride Library Conference, Guardian's The art of Illustration masterclass.
The original artworks are owned by Oprah Winfrey, Ferrero, San Francisco Museum of Modern Art, Country Music Association and numerous private collectors.

Fonte: http://semema.com/papel-tesoura-e-cola-a-arte-incrivel-de-yulia-brodskaya/
Para saber mais: http://www.artyulia.com/


Crédito: http://www.artyulia.com/

Crédito: http://www.artyulia.com/

Crédito: http://www.artyulia.com/




terça-feira, 19 de janeiro de 2016

A rua é minha tela

A rua é minha tela, as linhas são minhas tintas: é quando me expresso, inspirada em alguns pensamentos, músicas,  sentimentos e tudo o que envolve o meu mundo. Das minhas mãos para as ruas.

"A rua é minha tela" é um dos projetos do DoloreZ CrocheZ que é um ateliê cuja missão é inspirar transformações artísticas e educacionais individuais e coletivas, através de projetos integrativos e inovadores, utilizando o crochê como instrumento e forma.

Karen Bazzeo, criadora do ateliê, é designer por formação e apaixonada por crochê desde a infância.
O DoloreZ CrocheZ surgiu a princípio, como uma forma de expressão artística pessoal.  Aos poucos,
o ateliê se desenvolveu e hoje seus projetos envolvem também interação com o espaço público, questões ecológicas, cultivo dos espaços urbanos, consciência de relação com o próximo, convites a reflexões internas, arte de guerrilha, entre outros. A ideia dos trabalhos é criar algo que comece num espaço público, mas que não tenha
ali seu fim. É também desprender-se da própria criação, deixar que ela se espalhe e tome rumos desconhecidos. 
Sereia - Inspirada na música “Ciranda para Janaína” de Kiko Dinucci e Jonathan Silva. Instalado em Arco do Telles – Rio de Janeiro/RJ.

Visceral - Inspirada na música “A Baladeira” de Alessandra Leão e Juliano Ferreira de Holanda. Instalado em Largo da Batata – São Paulo/SP.

Flor Verde - Trabalho em conjunto com o coletivo Floresta urbana e o grafiteiro Mauro Neri para a Virada Sustentável 2015. Instalado em Largo da Batata – São Paulo/SP.
Abaixo vídeo da instalação “Mar, metade de minha alma é feita de maresia”. Trabalho inspirado na poesia de Sophia de Mello Breyner Andersen. Parceria de Dolorez Crochez e #meninarendeira. Instalação feita na Ladeira do Castro, Lapa, Rio de Janeiro/RJ. Imagem, roteiro e edição por Lucas Hirai.


Para saber mais:
www.dolorezcrochez.com
dolorezeeu.wordpress.com

quinta-feira, 7 de janeiro de 2016

EU MAIOR (Higher Self)


Um filme sobre autoconhecimento e busca da felicidade. A film about self-knowledge and the pursuit of happiness.

Foram entrevistados trinta personalidades, incluindo líderes espirituais, intelectuais, artistas e esportistas. EU MAIOR também está disponível em DVD/Blu-ray (com conteúdos extras exclusivos), e CD (trilha musical). Exibições independentes no cinema também podem ser organizadas. Mais informações no www.eumaior.com.br.

Eu Maior (Higher Self) is a Brazilian feature-length documentary presenting a fresh look at self-knowledge and the pursuit of happiness. The filmmakers interviewed thirty individuals with distinct backgrounds, including spiritual leaders, intellectuals, artists and professional athletes. For more information, please visit www.eumaior.com.br.

- Para legendas, clique no botão "cc" no canto inferior direito do player e esolha seu idioma (inglês, espanhol ou português).

- For subtitles, click on the "cc" button located on the lower right of the player and choose your language (English, Spanish, or Portuguese)

terça-feira, 15 de dezembro de 2015

Pôr-do-sol



instagrambrasilDepois de quase três anos e mais de mil fotografias instantâneas, a jornalista Gabriela Saueia não tem planos de parar o projeto Depois das Seis (@depoisdasseis), em que registra todos os dias um pôr-do-sol diferente em São Paulo. As polaroids são posteriormente transformadas em pôsteres lambe-lambe e espalhadas pelos muros cinzas da cidade. A singularidade e a imprevisibilidade são as características que mais despertam o interesse de Gabriela em sua busca diária por crepúsculos, sejam eles incríveis ou banais. “Assim como o pôr-do-sol, só existe uma polaroid original de cada céu, e uma foto nunca será igual a outra, assim como cada céu é único,” explica Gabriela, que não costuma planejar com antecedência onde estará na hora das fotos. Às vezes, ela tem a sorte de se deparar com o tipo de pôr-do-sol que mais a inspira:
“Meus preferidos são aqueles em que o céu abriu depois de um dia nublado ou chuvoso,” diz. “Isso acaba me lembrando de que nada é definitivo, e que tudo pode mudar a cada instante.”
Foto de @depoisdasseis

Café



If asked...
How do you take your coffee?
I reply...
"Seriously, very seriously"

quinta-feira, 10 de dezembro de 2015

O desejo de Jill Conley

Fotos de uma mulher que está em tratamento contra o câncer viraliza nas redes e se transforma em projeto para ajudar mais gente

Ana Holanda

A Americana  Jill Conley estava com 31 anos, em 2009, tinha acabado de se casar e tinha um dia a dia normal. Mas o rumo de sua vida mudou quando descobriu, numa consulta de rotina, que estava com um tipo agressivo de câncer de mama e posterior metástase nos ossos. Entre sessões de quimioterapia e a retirada das mamas, Jill começou a contar sua história nas redes sociais. Foi nesse ponto que seu caminho cruzou o da fotógrafa neozelandesa Sue Bryce, que, depois de ler o depoimento da moça, a convidou para ir a Paris. A ideia de Sue era fazer um ensaio de moda com ela e assim divulgar um projeto de conscientização dos exames preventivos. O resultado foram imagens lindas e um video documentário, que se espalharam nas redes e fizeram nascer a ONG, fundada por Jill e seu marido, Jill’s Wish. “Quando olhei para as fotos me senti como uma princesa, e não uma paciente de câncer. Me achei bonita, humana e como eu mesma novamente”, conta. “E criei a ONG para ajudar o maior número de mulheres possível.” O projeto de Jill arrecada fundos que são usados para pagar contas corriqueiras, como luz, água, gás, de mulheres que estão em tratamento. “Assim elas podem se dedicar à recuperação”, diz Jill, que ainda segue com sua luta pela vida.
 Jill’s wish  |  jillswish.org
http://vidasimples.uol.com.br/

beleza / beauty


Let the beauty we love
be what we do.~Rumi

===

Deixe a beleza que amamos
ser o que nós fazemos.

quarta-feira, 9 de dezembro de 2015

Você é!


You are a sea of goodness

===

Você é um mar de bondade

Felicity / Felicidade


Live in the
sunshine
swim in
the sea
drink the
wild air
~Ralph Waldo Emerson

===

Viva na
luz do sol
nade no
oceano
beba o
ar selvagem

Literatura e arte

Pequenas bibliotecas públicas estão tomando as ruas de Indianápolis, nos Estados Unidos


Pequenas bibliotecas públicas que são também obras de arte estão tomando as ruas de Indianápolis, nos Estados Unidos. O projeto The Public Collection foi idealizado pela artista Rachel M. Simon, que convidou artistas para desenvolverem estandes que unem literatura e arte. Feitas com materiais reciclados, essas pequenas bibliotecas estimulam o prazer da leitura e também o contato com as artes.

via: http://vidasimples.uol.com.br/
The Public Collection/ thepubliccollection.org

terça-feira, 8 de dezembro de 2015

freedom / liberdade


all good thing
are wild and free
~Henry David Thoreau

===

todas as coisas boas
são livres e selvagens

Brinquedo de verdade

Artista transforma bonecas em figuras que representam mulheres inspiradoras e reais para estimular referências positivas nas crianças

Malala Yousafzai, 1997-, ativista paquistanês, a mais jovem laureada do Prêmio Nobel
Inspirada  pela australiana Sonia Singh, conhecida por transformar o rosto das bonecas em figuras mais reais, a canadense Wendy Tsao fez a sua própria versão, na qual retrata personalidades como a garota Malala, paquistanesa que recebeu o Nobel da Paz, ou Roberta Bondar, a primeira astronauta canadense. “Há pessoas da vida real que são heroí nas também, com histórias inspiradoras. Por que as crianças não poderiam aprender com elas através dos brinquedos?”, questiona Wendy. Para transformar as bonecas, ela retira a maquiagem e pinta um novo rosto. As roupas também são trocadas. O resultado é sensível e cheio de valor.
J. K. Rowling, 1965-, romancista britânica mais conhecida pela série Harry Potter
via: http://vidasimples.uol.com.br/
Wendy tsao | wendytsao.com

sexta-feira, 4 de dezembro de 2015

quinta-feira, 3 de dezembro de 2015

Estatua humana - Guerrero troyano entreteniendo a los transeuntes


Estatua humana - Guerrero troyano entreteniendo a los transeuntes

Street Music Map

Por 
O brasileiro Daniel Bacchieri é o fundador do Street Music Map (@streetmusicmap), um canal global de curadoria de vídeos de artistas de rua. Desde que começou o projeto, ele já conseguiu se conectar com artistas de todo o mundo — às vezes das formas mais inusitadas. Vamos deixar que Daniel explique:

“A coisa mais louca acaba de acontecer. Eu repostei o vídeo de uma garota tocando harpa na Praça Vermelha, em Moscou — sem nome, apenas o do usuário [que gravou]. E a garota se identificou! Ela seguiu as hashtags — porque eu sempre uso hastags da área, do instrumento, do local. Se eu identifico a música, também uso hashtags do nome da música e do autor. Acho que ela estava procurando algo sobre a Praça Vermelha. E eu fiquei tipo, ‘É você mesmo?’”
Vídeo de @diana_uspenskaya feito por@likaloony


Click aqui para assistir o vídeo
Para saber mais:
http://www.streetmusicmap.com/
https://www.instagram.com/streetmusicmap/

terça-feira, 1 de dezembro de 2015

Histórias...

Crédito: SPinvisivel

Por #SPinvisivel #SP


"Meu nome é Miriam, tenho 50 anos e moro na Avenida Paulista. Não fico em albergue porque lá sempre tem muita confusão e direto a galera rouba tudo o que você tem. Muitas pessoas fecham a cara pra gente quando passam por nós, é triste isso. Tenho facilidade em fazer amizades novas, pena que ninguém tenta falar comigo. Esse evento fez bem pra mim, as pessoas me olharam diferente, me senti humana. O pessoal da IBAB foi humilde e eles tiveram amor e respeito no coração. Fiquei contente em dar autógrafos numa exposição com minhas fotos e de outras pessoas que estão na rua. Adoro fotografar, gosto de registrar os momentos bons que passam. Obrigado por fazerem isso. Nesta foto eu quis retratar as pessoas importantes que andam na avenida. Podemos ver que esse cara do carro tem um poder muito grande, ele tem dinheiro. Ele é mais importante porque tem mais dinheiro do que eu. Canto música gospel, sou talentosa, só não consigo gravar por causa da minha condição financeira. Dinheiro é quase tudo nessa vida." 

sexta-feira, 27 de novembro de 2015

Comida é arte?

Pratos milimetricamente montados e autorias de receitas disputadas a faca. Afinal, o cozinheiro é um artista?


Depois de seis meses de apresentações e eventos, 145 países participantes e de mais de 20 milhões de visitantes, a feira universal Expo 2015, realizada em Milão, se encerrou no final de outubro como a maior exposição do mundo em torno da comida. Nunca antes o tema da alimentação tinha conquistado o palco de uma mostra tão significativa. “Isso mostra como a comida ganhou representatividade no cenário contemporâneo, não apenas em questões sociais e políticas mas também estéticas”, bradou o New York Times, em uma análise do evento, cujo tema era “Alimentando o planeta, energia para a vida”. Curioso o jornal americano ter levantado a questão do aspecto estético da comida, assunto que ainda gera discussões e quase nenhum consenso.

Leia em:
http://vidasimples.uol.com.br/noticias/comer/comida-e-arte.phtml#.VljzinarTIW